15 de Julho de 2012

Os Jardins das Tulherias já foram jardins privados de um palácio que tinha o mesmo nome, e que quando foi incendiado em 1871, deu origem ao que hoje é o Museu do Louvre. Felizmente as Tulherias passaram a ser um parque público: a estrutura formal continua, os lagos também, mas agora as grandes árvores e os grandes relvados fazem parte da paisagem monumental que caracteriza esta margem do Sena.

 

 

Achava que tudo o que tinha a dizer e a mostrar sobre as Tulherias já o tivesse feito aqui e aqui, mas neste parque de grandes proporções, construído em diferentes cotas, há sempre algo a descobrir. Neste dia caminhámos precisamente pelo patamar mais alto, nomeadamente o que é servido pela rua de Rivoli. Além das vistas fantásticas por todo o parque, há a destacar o conjunto espalhado de esculturas modernas e a presença de 2 pequenos museus...


 

Estes 2 edifícios ficam perto da Place de la Concorde, dispostos um de cada lado do grande lago das Tulherias. A Norte fica o Jeu de Paume, construído a mando de Napoleão em 1851, para albergar os jogos da pela, um dos percursores do ténis. Hoje é um museu dedicado à fotografia e arte contemporânea. A Sul, fica o Musée de l'Orangerie, construído pela mesma altura para fazer o que uma orangerie constuma fazer, guardar laranjas. Hoje é um dos museus impressionistas mais conceituados de Paris, pelo facto de abrigar as mais famosas obras de Monet e Cézanne.

 


publicado por Nuno às 21:39

A rua Saint-Honoré é uma via comprida que segue paralela à rua de Rivoli... Não é muita larga, e os lados estão densamente ocupados por prédios, tipicamente parisiens, uns bem mais antigos que os do estilo Haussmann. Mas há um monumento, entre o Palais Royal e a Place Vendôme, que quebra o ritmo arquitectónico. É a igreja St-Roch, uma das maiores da cidade, com os seus 126 metros de comprimento, quase tanto quanto Notre-Dame.

 

 

Foi em 1653 que a igreja barroca começou a ser construída segundo os planos do mesmo arquitecto do Louvre, Le Mercier. Mansart, outro arquitecto notável, iniciou a sequência de capelas pelas traseiras fora, que lhe deram o comprimento que ela tem hoje. Além de uma grande colecção de arte sacra, vinda de igreja demolidas, são as pinturas detalhadas que cobrem as paredes e os tectos que mais me impressionaram. A igreja é também conhecida pelos buracos que apresenta no exterior, resultado do ataque de Napoleão às tropas do rei que aqui se esconderam.


publicado por Nuno às 20:59

Estudantes do Institut Français d'Urbanisme

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