05 de Novembro de 2012

Será mesmo este o local mais fixe, mais baril, mais cool, mais in, de Paris? É provável, ainda assim, não pude visitar o aclamado restaurante no topo do palácio para confirmar. Trata-se de um museu de arte moderna, mas a sua popularidade tem a ver com o próprio ambiente no interior de um imponente edifício de 1937. É paradoxal precisamento por isso: o exterior 'clássico' contrasta com o interior arrojado, onde tudo parece ser anti-arte, anti-clássico, e anti-preconceito. Incrivelmente o ambiente consegue ser bem intimista, descomprometido e confortável.

 


Quem entra pela primeira vez no Palais de Tokyo, pode pensar que está num local em obras. Na verdade, ter a canailzação, o cimento e até mesmo tijolos ao descoberto, faz parte da decoração. Tudo o que aparentemente nunca seria considerado arte é aqui usado para chocar. Desde o célebre urinol de Duchamp que não assistia a um atentado à arte (no sentido que lhe quiserem dar) com estas dimensões. É difícl descrever sem o recurso a fotos, mas o impacto deste museu é comprovado pela presença regular de desfiles de moda e performances que não lembram o diabo (também no sentido que lhe quiserem dar).



Com tanto pseudo-intelectualismo por estes lados, Paris precisava mesmo de algo assim... Visita obrigatória portanto...

publicado por Nuno às 19:21

Estudantes do Institut Français d'Urbanisme
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